
Nós veneramos os ícones porque nos colocam na “presença real” do que representam. A Igreja latina só emprega esta expressão para a Eucaristia. Para os ortodoxos, as palavras são escassas para a Eucaristia. Enquanto não utilizamos termos adjetivos, falamos de “mistério”. O grande mistério é o mistério da Eucaristia. Dizemos, então, “o mistério litúrgico”, “o mistério eucarístico”. Evitamos o termo “transubstanciação”, pois não podemos afirmar que a Eucaristia seja uma mudança de substância. Mas sabemos que é uma mudança de realidade, o quê não é a mesma coisa. Consequentemente, não falaremos de aparências e de substância, mas do mistério da Presença.



